um novo tempo

Arquivo para julho, 2011

Compartilhando… ALELUIA!!!

Nossa!

Quanta coisa acontecendo ao mesmo tempo!!!

Glória a DEus!!!

É um novo tempo, mesmo, para todos nós! E eu sempre peço ao SEnhor pelo cântico novo e estamos vivendo isso!!!!

A Isa acaba de embarcar para Natal para participar da Gravação do Diante do TRono.

Com o enxugamento do DT, esse ano não teremos orquestra na gravação e a participação de bailarinos também foi reduzida. Em compensação muitas novidades! Por exemplo o Andre Valadão primo da Ana, balilarino internacional mais uma vez participa com um solo e um pás de deux com a Isa que também vai fazer um solo. No toatl serão tres musicas coreografadas. Aleluia!!!

Ao mesmo tempo eu,  a Angélica e o Paulo daqui a pouco estaremos  embarcando para um Congresso muito especial em JOINVILLE em Santa Catarina junto à Escola de Teologia Carisma de BH!

Isso é maravilhoso!!!! Daqui a alguns dias, nessa cidade vai acontecer o maior evento de dança brasileiro! Teremos a oportunidade de profetizar na quela terra e eu fico arrepiada só de pensar nos propósitos de Deus! …Que depois conto para vocês!!!hehehe

O Toller está em missão com o CTMDT em terras paranaenses dirigindo um musical todo dançado! Glória Deus!!!

Enquanto isso o Mudança vai mantendo nossas atividades normais em Belo Horizonte e vai de vento em popa !

Outro motivo de alegria é a minha volta para a Liderança do Departamento de Dança do Ministério de Louvor e Arte da Igreja Batista da Lagoinha!!!!

A Ana Paula Valadão Bessa assumiu a liderança deste ministério em nossa Igreja e junto a uma reestruturação geral me convidou e la vou eu com mil ideias e projetos!!!! Aleluia!!!

Nosso SEminario de Dança também estábombando e estamos caminhando para o fechamento das inscrições…

Se voce ainda não fez a sua inscrição não perca tempo, porque temos agora  um número bem limitado devido ao fechamento da reserva no Hotel Tauá!

Lembre-se que você pode pagar em até 12 vezes pelo cartão de credito no Pague-seguro. Preenha sua inscriçaõ até o fim para fzer a opção de pagamento.

Também estou muito feliz em compartilhar mais uma vitória de uma irmã muito especial! Acabei de receber o clip apresentado na Monogtafia para conclusão de Curso (Bacharelado) em Dança da Tatiana  Assumpção do Ministério  de  Dança da  ADBonusucesso – RJ.

Ela desenvolveu o tema da Dança no Louvor e na Adoração e fez uma serie de entrevistas com pessoas e artistas envolvidos neste ministério no Brasil. Eu partipei das entrevistas e pelo clip estou super curiosapara ler seu rabalho.

É muito bom poder constatar o crescimento inlectual do povo da dança no Brasil e em especial dos cristãos. Precisamos saber e aprofundar mais sobre  que falamos-dançamos para além de técnicas elaboradas, figurinos refinados etc…

Precisamos rever nossos valores, conceitos e saberes todos os dias linkados à Palavra e ao Espirito Santo tendo em vista sempre a lembrança do que nos traz a esperança em Cristo!

As lutas são grandes mas profetiamente vivemos e viveremos de vitória em vitória!!!!!

Jesus ja venceu e se nos permanecermos NELE ja vencemos também as lutas vindouras!

Enquanto isso, vamos curtindo as imagens!

http://www.youtube.com/watch?v=8Biq10RRMok

Abração!!!

Deus abençoe a todos com poder, graça e discernimento em Jesus!!!!

Avante!!!

Isabel Coimbra

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O QUE ESTAMOS CONSUMINDO?

OLÁS!!!

Estamos em contagem regressiva para o nosso 10 Seminario Internacional ” A Dança no Louvor e na Adoração!!!!

As inscrições estão a todo vapor e se voce ainda não fez a sua, não perca tempo!!

Sentimos em nossa pele arrepios a respeito do que nos aguarda nesse tempo que passaremos juntos!

Em nossos encontros e célula o Senhor tem nos direcionado para estudos muito densos pautados na Palavra e articulados a outros textos. São reflexões geradas e aplicaveis no cotidiano de nossas  vidas.

Quero compartilhar no momento sobre um incomodo a respeito do tempo em que vivemos e como temos vivido considerando que nós cristãos somos chamados ao sacerdócio real. Duas perguntas me acompanham:

1 Culturalmente de modo geral, o que temos consumido?

2 Contextualizado á cultura Cristã, o que temos oferecido para ser condumido?

Creio que como um cântico novo, nosso Deus em Jesus  nos chama para uma reflexão constante e diária sobre nossas vidas e como a temos vivido.

Nesse sentido retomo Genesis capítulo 14 , versículos do 18 ao 24:

E Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; e era este sacerdote do Deus Altíssimo.

E abençoou-o, e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra;

E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.

E o rei de Sodoma disse a Abrão: Dá-me a mim as pessoas, e os bens toma para ti.

Abrão, porém, disse ao rei de Sodoma: Levantei minha mão ao SENHOR, o Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra,

Jurando que desde um fio até à correia de um sapato, não tomarei coisa alguma de tudo o que é teu; para que não digas: Eu enriqueci a Abrão;

Salvo tão-somente o que os jovens comeram, e a parte que toca aos homens que comigo foram, Aner, Escol e Manre; estes que tomem a sua parte.

Sabem, ando pensando muito em que tipo de sacerdócio temos vivido.

Curiosamente li o texto colado abaixo. Basicamente ele aborda algumas coisas que temos discutido e refletido em nosso Grupo de Estudo da Palavra

Tenho aprendido e experimentado que Deus usa quem Ele quer para dar seus recados..

Quem tiver ouvidos,  que ouça…

Quem tem olhos, que veja, leia…

Quem tem o Espirito Santo, tome de todo discernimento …

Boa reflexão!!!

 

Voracidade consumista

Para o filósofo Edgar Morin, a ciência, ao buscar autonomia fora da tutela da religião e da filosofia, extrapolou os próprios limites éticos, como a produção de armas de destruição em massa. Os cientistas não dispõem de recursos para controlar a própria obra. Há um divórcio entre a cultura científica e a humanista.consumismo
Exemplo paradigmático desse divórcio é a atual crise econômica. Quem é o culpado? O mercado? Concordar que sim é o mesmo que atribuir ao computador a responsabilidade por um romance de péssima qualidade literária.
Um dos sintomas nefastos dos tempos em que vivemos é a tentativa de reduzir a ética à esfera privada. Fora dela, tudo é permitido, em especial quando se trata de reforçar o poder e aumentar a riqueza. Obama admitiu torturar os prisioneiros que deram a pista de Bin Laden, e não houve protestos com suficiente veemência para fazê-lo corar de vergonha.
A globocolonização, inaugurada com a queda do Muro de Berlim, conhece agora sua primeira crise econômica. E ela explode no bojo da fragmentação da modernidade. “Tudo que é sólido se dissolve no ar…” Vale acrescentar: “… e o insólito, no bar”.
Esfareladas as grandes narrativas que norteavam a modernidade, abre-se amplo espaço ao relativismo. O projeto emancipatório se dilui no terrorismo e no assistencialismo compensatório guloso de votos. O futuro se desvanece.
Para os arautos do neoliberalismo, “a história terminou”. O presente é, hoje, o moto perpétuo. O passado, mera evocação, como a pintura que se contempla na parede de um museu. Nada de querer acertar contas com ele.
Graças às novas tecnologias, o espaço se contraiu e o tempo se acelerou. O outro lado do mundo está logo ali, e o que lá ocorre é visto aqui em tempo real. Tudo isso impacta nossos paradigmas e nossa escala de valores. Paradigmas e valores soam como contos da carochinha comparados a ensaios de bionanotecnologia.
O mundo real se cindiu e não condiz com o seu duplo virtual. Via internet, qualquer um pode assumir múltiplas identidades e os mais contraditórios discursos. Agora, todos podem ser simulacros de si mesmos.
Não há mais propostas libertárias que fomentem utopias, nutrem esperanças e semeiem otimismo. Ao olhar pela janela, não há horizonte. O que se vê reforça o pessimismo: o aquecimento global, a ciranda especulativa, a ausência de ética no jogo político, a lei do mais forte nas relações internacionais, a insustentabilidade do planeta.
Se não há futuro a se construir, vale a regra do prisioneiro confinado à sua cela: aproveitar ao máximo o aqui e agora. Já não interessam os princípios, importam os resultados. O sexo se dissocia do amor como os negócios da atividade produtiva.
A cultura do consumismo desencadeia duas reações contraditórias: a pulsão pela aquisição do novo e a frustração de não ter tido tempo suficiente para usufruir do “velho” adquirido ontem… A competitividade rege as relações entre pessoas e instituições. Somos todos acometidos de permanente sensação de insaciabilidade. Nada preenche o coração humano. E o que poderia fazê-lo já não faz parte de nosso universo teleológico: o sentido da vida como fenômeno, não apenas biológico; mas, sobretudo, biográfico, histórico.
Agora a voracidade consumista proclama a fé que identifica o infinito nos bens finitos. O princípio do limite é encarado como anacrônico. Azar nosso, porque todo sistema tem seu limite, da vida humana ao mercado. Sabemos por experiência própria o que acontece quando se tenta ignorar os limites: o sistema entra em pane. Mas, em se tratando de finanças, não se acreditava nisso. A riqueza dos donos do mundo parecia brotar de um poço sem fundo.
Duas dimensões da modernidade foram perdidas nesse processo: a dignidade do cidadão e o contrato social. Marx sabia que a burguesia, nos seus primórdios, era uma classe revolucionária. O que ignorava é que ela de tal modo revolucionaria o mundo, a ponto de exterminar a própria cultura burguesa. Os valores da modernidade evaporam por força da mercantilização de tudo: sentimentos, ideias, produtos e sonhos.
Para o neoliberalismo, a sociedade não existe, existem os indivíduos. E eles, cada vez mais, trocam a liberdade pela segurança. O que abastece este exemplo singular de mercantilização pós-moderna: a acirrada disputa pelo controle do mercado das almas. As religiões tradicionais perdem seus espaços territoriais e o número de fiéis. Agora, no bazar das crendices, a religião não promete o céu, e sim a prosperidade; não promete salvação, e sim segurança; não promete o amor de Deus, e sim o fim da dor; não suscita compromisso, e sim consolo.
Assim, o amor e o idealismo ficam relegados ao reino das palavras inócuas. Lucro e proveito pessoal são o que importam.
Para o filósofo Edgar Morin, a ciência, ao buscar autonomia fora da tutela da religião e da filosofia, extrapolou os próprios limites éticos, como a produção de armas de destruição em massa. Os cientistas não dispõem de recursos para controlar a própria obra. Há um divórcio entre a cultura científica e a humanista.

9/7/2011 13:37,  Por Frei Betto

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MAS JESUS VIVE!!!

E ELE ESTA AO ALCANCE DO SALVO,  DO LAVADO PELO SEU SANGUE!!

PRECISAMOS VIGIAR QUANTO AO QUE TEMOS CONSUMIDO CULTURALMENTE E NOS POSICIONAR URGENTEMENTE EM RELAÇÃO ÁS BOAS NOVAS DA CRUZ E GERAR ” DESINTERESSADAMENTE” ALGO REALMENTE DE ” BOM PARA CONSUMO” NESTE MUNDO QUE AINDA JAZ NO MALIGNO (I JOÃO5:19).

A JESUS CRISTO, TODA  HONRA TODA  GLORIA, TODO  PODER!

ALELUIA!!!!

DEUS OS ABENÇOE COM GRAÇA E DISCERNIMENTO EM TODO O TEMPO!

ATÉ!!!

ISABEL COIMBRA